terça-feira, 15 de outubro de 2013
Espiolhagem? quero lá saber!
Por causa das configurações de privacidade nas redes sociais, escrevi um texto q coloquei no fb e deixo aqui também.
À tribo facebookiana (também aos
que vivem nas selvagens e na coreia do norte) incluindo os comunistas e os
monges no Tibete.
Não alterem nada das minhas
definições faxavor. Gosto assim e não me
importo que saibam e vejam tudo o que aqui faço.
Poucos leem as papaias que vou
mandando aqui, ou vêm os retratos desfocados de quando tinha 19 anos para
receber bué likes.
Mas insisto em ter conta nesta
rede pública e quando publico não é para um público selecionado.
Se quisesse que fosse para um
grupo restrito punha um post it no frigorífico. Assim só os meus pais o iam ler
se passassem na cozinha.
Claro que canto i will always
love iu só em grupos restritos por não querer a fama a nenhum custo.
Também não informo
publicamente as vezes que tenho congestões nasais ou preciso de utilizar as
instalações sanitárias da minha gruta.
Ou seja, não sou perigosa e
estou inocente da prática de males que possam contribuir para o mal-estar da
humanidade ou da sua involução.
O Ali bábá não é fruto da
imaginação para uma fábula e eu só quero a prisão dos 40 ladrões que andam
soltos.
Até me esfregam o ego por saber que há gente que sabe português, se
preocupa comigo, com as minhas actividades de escrita, e demais parvoíces que saem
da minha mente adoentada com o estado das coisas por aí.
Até deixei de pôr tabaco na
coisa para ser cada vez mais pura.
Caros Zuca, chocolates kinder,
nsa, james bond, kgb, obrigada por a esconderem
em sigilo e serem voyers sobre a minha informação, postagens, fotos e etcs. É
um prazer receber-vos nesta casa.
Imagino um nerd enfiado num “cúbico”
(à maneira angolana de dizer) a ler os meus postes e fico multi-citada.
Aos que ficarem muito aborrecidos
comigo pá, limpem-me das vossas listas e um grande bem-haja.
Se não repassarem esta
mensagem pelo menos a 1 amigo, ficarão com herpes nos pés e os dedos das mãos
com brotoeja e nem o santinho Voitila vos acode.
Thank you very nice que eu vou
ali brincar com o puto da foto e já volto.
À tribo facebookiana (também aos
que vivem nas selvagens e na coreia do norte) incluindo os comunistas e os
monges no Tibete.
Não alterem nada das minhas
definições faxavor. Gosto assim e não me
importo que saibam e vejam tudo o que aqui faço.
Poucos leem as papaias que vou
mandando aqui, ou vêm os retratos desfocados de quando tinha 19 anos para
receber bué likes.
Mas insisto em ter conta nesta
rede pública e quando publico não é para um público selecionado.
Se quisesse que fosse para um
grupo restrito punha um post it no frigorífico. Assim só os meus pais o iam ler
se passassem na cozinha.
Claro que canto i will always
love iu só em grupos restritos por não querer a fama a nenhum custo.
Também não informo
publicamente as vezes que tenho congestões nasais ou preciso de utilizar as
instalações sanitárias da minha gruta.
Ou seja, não sou perigosa e
estou inocente da prática de males que possam contribuir para o mal-estar da
humanidade ou da sua involução.
O Ali bábá não é fruto da
imaginação para uma fábula e eu só quero a prisão dos 40 ladrões que andam
soltos.
Até me esfregam o ego por saber que há gente que sabe português, se
preocupa comigo, com as minhas actividades de escrita, e demais parvoíces que saem
da minha mente adoentada com o estado das coisas por aí.
Até deixei de pôr tabaco na
coisa para ser cada vez mais pura.
Caros Zuca, chocolates kinder,
nsa, james bond, kgb, obrigada por a esconderem
em sigilo e serem voyers sobre a minha informação, postagens, fotos e etcs. É
um prazer receber-vos nesta casa.
Imagino um nerd enfiado num “cúbico”
(à maneira angolana de dizer) a ler os meus postes e fico multi-citada.
Aos que ficarem muito aborrecidos
comigo pá, limpem-me das vossas listas e um grande bem-haja.
Se não repassarem esta
mensagem pelo menos a 1 amigo, ficarão com herpes nos pés e os dedos das mãos
com brotoeja e nem o santinho Voitila vos acode.
Thank you very nice que eu vou
ali brincar com o puto da foto e já volto.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
Na espuma dos nossos dias
Documentário com os humanistas,poeta,escritores, filósofos Eduardo Galleano e Jean Ziegler
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=8yyDNBx6ChY
sábado, 12 de outubro de 2013
Estou muito aborrecida pá
“O Norte que trabalha e o sul irresponsável e esbanjador”
Democracia nada mais é hoje, que um slogan. E a desinformação vai ficando
com o testemunho de barreira em barreira.
Enquanto no norte mandarem os seus cidadãos visitarem os seus impostos a
sul do continente, vou continuar a blasfemar.
Al(l)a(h) que se faz tarde para
uma intifada.
Malala a activista de 16 anos pela educação no seu país Paquistão e
candidata ao Nobel da Paz a par com Mujica, presidente do Uruguay, são verdadeiras
referências contra os meus instintos de pegar em “sapatos” contra estes violentos
manipuladores e ficar igual a eles, segundo Malala.
Peço desculpa a Alfred Nobel por terem desvirtuado a nobreza do prémio que hoje cheira a “química” de interesses.
Por isso Nobel hoje não merece Malala nem Mujica. Sem a dinamite da virtude.
Por isso Nobel hoje não merece Malala nem Mujica. Sem a dinamite da virtude.
Peço desculpa, mas não sou grandiosa de sentimentos como o padre Francisco
com o dom do perdão cristão.
Também sei que as gerações que andaram ao tabefe se deram mal. Foram
engolidas e compradas pelo sistema.
Para quê fazer programas de tv “survivor”, se nós somos o melhor reality show,
sem precisarmos de voltar para casa no final?
Aqueles que saíram sobrevivem e nem voltam. Porque não nos precisam.
Porque a parte que manda no todo quer esta parte fora da parte que obedece e segue.
Não os quer a fazer algo de bom como apoiar a democracia, a cidadania, a
educação, as boas práticas de vida em e para um novo paradigma.
A nova força de bloqueio tanto para o FMI como para os charmosos
governantes, que é o Tribunal Constitucional, que não os deixa trabalhar na
solução final, provam que a demo passou a ser um demo e a kratos um erro krasso
(nem falo sequer no outro com nome onomatopeico).
Espremer, sugar e exportar são os verbos mais queridos da parte que manda
no todo.
Espremer tudo o que têm os pobres que pagam tudo, sugar a energia vital dos
pobres que pouco reclamam e já se abandonaram nos braços do polvo que suga e,
exportar às mãos cheias gente qualificada formada com o esforço de todos.
(Exportava grátis para os mercados de uma qualquer nacionalidade, os que
gostam da praxis de praxes humilhantes contra os seus semelhantes, sejam elas quais forem).
Como a Malala depois de levar um tiro na cabeça pelos Tali (bans) perdeu o
medo, eu já fui atingida no meu centro e identifico-me com ela num aspecto
fundamental.
Não tenho medo. É uma decisão irrevogável.
Devo ter caído na poção mágica quando lia o Astérix.
Ou batido tão-somente com a cabeça, no penico de ferro da minha avó.
Ou andei a fumar ganzas com koalas.
Resta-me a intifada das palavras enquanto não a puder praticar com pés e
punhos.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
“Se eu falhar a minha missão é o país inteiro que falha"
Devia estar sob o efeito de suruma quando ele, aquele a que uns quantos
deram voto de confiança para se livrarem do Sócas, afirmou a pérola em epígrafe.
Aquele que em campanha prometeu fazer o oposto e guiar o país a um porto
qualquer mais seguro (não estou a falar desse mas do outro atrás).
Pelo caminho, a luz do farol tinha-se fundido e claro o navio-país seguiu
ainda mais sem rumo, em direcção às rochas. Ficou e está um povo pobre e fu(n)dido.
Toda a tripulação está no deck a fumar ganzas e a curtir com boazonas alemãs (o Barroso e acólitos).
Como o timoneiro do Costa Concórdia.
Levantar só o dedo médio da mão, é uma saudação hawaiana que significa boa
sorte.
Li isto algures e é a saudação que faço à gente que anda aí e nos trata por
bastardos e burros.
Que é o que somos. Para aguentar todas as afrontas desta maneira.
Tenho momentos em que me sinto especial e até razoavelmente inteligente. E também, constantemente estrangeira.
Penso, do verbo achar, que não pertenço a este país a maior parte das
vezes, nem descendo deste povo, outras tantas.
Quando estou sob o efeito de panachés bebidos num bar de praia na bela costa
alentejana, depois de dançar uma noite inteira descalça ao som do kuduro do
Emanuel (quem é este?), sou de fora.
E nos outros momentos quando ouço dislates e disparates vindo de adultos em
cargos de responsabilidade. E até de comando…
Sinto-me de cá quando passeio pelo país e lhe descubro a beleza em todas as
suas vertentes.
Quando escuto e observo grandes músicos, pintores, actores, escritores e
outros criadores.
Quando lhe descubro no meio, jovens cheios de esperança e construtores dos
seus futuros.
Jovens e adultos de olhar triste a precisarem de partir mas sem o quererem.
Jovens e adultos que podem, querem e sabem que podem cuidar dos seus velhos se
forem por outros caminhos que não este onde estamos.
Jovens e adultos com condições de armar um pé de vento, calçar a bota do
tanque e atirar este bando de energúmenos daqui para fora.
Responsabilizo os professores desta gentalha por não os deixarem ter tido orgasmos
intelectuais destes na escola primária. Evitavam-se estes traumas de negligência
com crianças.
Porque hoje ainda não tendo atravessado a ponte para a adultez e já em
postos-chave, vingam-se atirando-nos com ostras vazias.
Não fosse a frase uma pérola falsa, sentir-me-ia responsável como ele
gostaria que eu me sentisse. Se é que o entendi bem...
Mas, “o burro sou eu?”
Só me sinto responsável por ainda não ter tirado o cromo agente de um gang
maior, do sítio onde está.
Se aqueles que me vigiam, lerem isto( o que é uma grande sorte minha), incentivo-os
a dizerem-lhes o que penso.
Eu, bode expiatório do outro, passo em velocidade de coelho a responsabilidade aos meus bodes expiatórios. Os meus pais!
-se eu não vencer na vida a culpa é vossa. Ou melhor, se eu
falhar a minha missão são vocês que falham.
Aos timoneiros desta nau catrineta, uma saudação hawaiana de boa sorte e até ao dia em que seja eu a rir sem ser
por efeito da ganza.
Calçada para vos dar o pontapé.
Calçada para vos dar o pontapé.
PS , Qualquer grupo
de raptores que se preza não rapta os nossos pm´s , pr´s e etcs porque ninguém
os vai resgatar, como fizeram com o pm da Líbia. A minha palavra de fé para
eles (os raptados) seria: aguentem que não vão falhar!
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
"Há hoje menos fruta nos pratos dos meus avós do que num shampoo"
Hoje associo ao meu texto o discurso de Charlie Chaplin em “o grande
ditador” com clips e musica numa belíssima e sensível montagem do meu jovem
amigo Pedro Pereira.http://www.youtube.com/watch?v=_60W9vjeeTA
Tive avós. Como numa qualquer família normal. Avós a sério. Capitalistas.
Como exemplo tive uma avó que vendeu donuts, cozeu vestidos antes de
existir a ideia de alta costura na Guiné-Bissau e criou 10 filhos. Muitos dos 40 netos cresceram com
ela.
Outra avó foi actriz e pianista. Um avô foi da marinha mercante e mais
tarde teve o seu táxi. Gostava de passear e de conhecer pessoas. Ensinava a todos
muitas das coisas que tinha aprendido com a vida. Todos queriam aprender com
ele.
Os meus avós tiveram vidas ricas. Verdadeiros capitalistas, valiam como
pessoas, com o que criavam para os que os rodeavam.
Só lhes conheço mais-valias tamanho o lucro que lhes conheci em dignidade.
Como tantos outros.
Viram famílias amigas e souberam de outras desconhecidas a perderem os seus
filhos para as 2 guerras mundiais, para a guerra colonial e muitas outras circunstâncias
paralisantes, entre elas o espectro da pobreza.
Uns avós em África outros na “metrópole”. Onde o desenvolvimento se fez
tarde.
As mulheres não votavam, mas trabalhavam tanto ou mais do que os homens. Para
a família. Davam tudo o que tinham e sabiam.
Passaram por circunstâncias de vida que lhes enrugava a pele do corpo.
Mas estes meus avós com todo o desespero e decepções que a vida lhes trouxe
não perderam a capacidade de resistir às adversidades.
Sabiam que não podiam deixar que as adversidades lhes enrugassem a alma.
Era imperioso para a sua sobrevivência. Sabiam o que era vital para a vida.
Nunca ficaram paralisadas pelas perdas e lutas que tinham de enfrentar.
Nunca as adversidades os tornaram seres frágeis e passivos, porque resistir
e ultrapassá-las era tudo o que poderiam transmitir aos seus legados: filhos e
netos.
Foram parte da construção de Nações. Os meus avós e todos os avós.
Viram filhos e netos partir, a fugir de guerras e a dor foi impensável.
Viram filhos ser presos por lutarem pela liberdade. Uns perderam a vida. E
a dor passou a ser inimaginável.
Recompuseram-se e encontraram onde não supunham existir, forças para
aceitar as dores e mudar a vida, transformando-a em algo de que se pudessem
orgulhar. Foram jovens antes de serem velhos e outras batalhas travaram, para
que o entusiasmo os fizesse chegar ao outono da vida.
Os filhos hoje também são avós, trabalharam muito numa sociedade já
bastante evoluída que eles nos deixaram.
Que vem de um tempo em que se morria cedo, em que a esperança de se ter
saúde, educação e justiça para todos era uma miragem, ou poucos sabiam das suas
infinitas possibilidades.
Descontavam e não esperavam nada de ninguém. Apenas que os seus os
tratassem com dignidade.
Os seus que são a família, comunidade, sociedade.
Todos os avós que chegaram ao seu outono, hoje perdem a esperança em ver
chegar o inverno.
Porque os filhos e os netos deles os roubam.
Deixando-os ao abandono nos corredores dos hospitais, nas enfermarias, nos
lares ou nas suas próprias casas como se não tivessem tido história. Ou
tirando-lhes o pouco rendimento que têm.
Como se não fossem parte da nossa história e tivessem passado pela vida sem
a ela se entregarem.
Fizeram-no também por nós, os seus filhos, netos e bisnetos.
Os meus avós e hoje os meus velhos pais merecem que eu os honre e tenha
esperança em que um novo invento surja: um mecanismo que nos torne menos
obedientes e serviçais perante os homens que detém o poder.
O mecanismo que encontrarmos tem de ser uma arma infalível de anulamento do
poder que têm esses outros que se esqueceram dos seus velhos, para bem da nossa
sobrevivência. Pelos nossos filhos e netos.
Aqueles que hoje se apoderaram do poder, e, parecendo que não tiveram avós
nem pais, roubam despudoradamente a dignidade dos velhos, que a muitos é tudo o
que lhes resta, mesmo que nos seus olhares ao desânimo se tenham entregado.
Hoje “há mais frutas num frasco de shampoo do que no prato de muitas
crianças” e, do que no prato dos nossos avós.
Temos pela frente um desafio gigante à nossa criatividade, inteligência,
capacidade de adaptação e preservação da espécie. De combate a quem nos
pretende aniquilar. E aniquilar os nossos avós e pais velhos.
Como os nossos avós fizeram.
Neste jogo sobrevivem os que melhor se adaptarem e criarem resistências.
Como a cana de bamboo, dobra-se com a força do vento mas não parte. E,
volta à sua forma primitiva muito mais resistente e digna.
Duvido que os que roubam o pouco dos meus velhos, tenham tido este tipo de
avós bamboo. Se tiveram então nada aprenderam sobre capitalismo.
Sou mais do que o valor que tem o meu trabalho, ou o produto que dou como
resultado do meu trabalho, como somos hoje medidos na sociedade
descontroladamente capitalista e sem mapa.
A mais-valia ou lucro da minha vida mede-se pelo valor da honra e da dignidade
que os meus avós e pais me deixaram.
Mede-se pelo trabalho que faço e que não é contabilizado pela empresa-sociedade,
em prol da minha família, dos meus amigos, da minha comunidade, do macro-cosmos
onde me insiro.
Essa é a minha única empresa-sociedade a que quero pertencer. Em nome deles
e de responsabilidade ilimitada pelos restantes da minha espécie.
E acabar com aqueles que querem com eles e comigo acabar.
Para nunca ter rugas na pele da minha alma.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Portugal grande Nação
Os políticos são também o equivalente aos duendes maravilhosos dos contos
de La Fontaine.
Exceptuando 1 ou 2 vá, mauzitos, com nomes, bigodes e figuras a apelarem ao
sexo, mas não fazem mossa (se escrevesse moça e não mossa queria dizer moça e
não mossa entenderam?).
O PR fez declarações de final da recessão em Portugal, na Suécia, que nada têm de
palhaçada.
O PM está-se a cagar, ou a borrifar (vai dar ao mesmo com menos mau cheiro)
para as eleições, porque não só as perdeu como é o equivalente a um unicórnio
nos contos dos irmãos Grimm. Só existe com poder na sua própria imaginação.
Num país onde os pobres pagam muitos impostos e os bancos poucos e são resgatados pelos pobres, temos uma chanceler que face (não de face em anglo-saxofónico-porque hoje é
dia da música) aos nossos protestos de rostos visivelmente castigados pela
fome,
(para uns está muito mau e para outros a dificuldade reside em não
conseguirem comprar o Iphone qualquercoisa), resolveu perdoar a dívida
portuguesa, como esse grande país de trabalhadores meticulosos e obedientes, um
dia recebeu perdão.
Mesmo que em circunstâncias históricas diferentes. Para mim, também estamos em guerra agora.
Mesmo que em circunstâncias históricas diferentes. Para mim, também estamos em guerra agora.
“Mas isso agora não interessa nada”.
Pelas declarações dos nossos mais altos representantes, fico com a ilusão
de que vamos ser livres e que estas eleições foram uma lufada de ar fresco.
Vivemos numa pseudo- democracia em pseudo- liberdade. Mantêm-nos na ilusão
da liberdade presos a dívidas. Convenientemente.
O único que vive em liberdade é o grandioso Isaltino.
E na sua liberdade, ganha eleições e festeja-as com o seu povo. De uma
janela fashion com cortinas aos quadrados.
A dívida fica para os eleitores do concelho com mais licenciaturas por m2. Todos
deveríamos aprender com exemplos de tamanha sabedoria.
Pelos vistos os nossos licenciados aprendem bem.
Aprendi com estas eleições que PSD,PS,CDS,BE perderam todos. Ganharam umas
camaras, perderam outras, mas a regra foi perderem em número de eleitores.
Onde foram eles parar?
Na verdade ganharam as pessoas que ou se abstiveram (quase 50%),os
votos brancos e nulos (os que lá foram e protestaram, mesmo não servindo para
nada). De liberdade nada têm.
Os que votaram nestes partidos, porque são como os cães de Pavlov e
devem favores ou os outros porque ainda acreditam em unicórnios e fadas,
perderam de facto.
Acredito que por convicção, foram apenas os votos que fizeram aumentar o nº
de eleitores na força politica que come criancinhas ao pequeno-almoço, a CDU. Que
ninguém hoje acredita mais que as comam, naturalmente.
Eles nem sequer frequentam Igrejas ou estudam para padres…
Daí o PM se estar a borrifar para eleições, o PR avisar os estrangeiros que
saímos da recessão.
Estamos a comprar mais iphones, vamos passar a comprar mais roupas com
estilo em Dezembro a conselho da apresentadora, os concorrentes da casa dos
degredos aumentam-nos o nível de felicidade, o Sócas vai lançar um livro sobre
qualquer coisa que não interessa a quem acredita em duendes e unicórnios, a
Sónia Brazão não se assume responsável pela explosão da sua casa e por fim, o
único que foi visto a ir aos mercados no dia 23 foi o Walliveira e Costa. Nas
Caraíbas. Comprar maracas e calções de banho.
E eu, fui lá, comprar coentros para a açorda.
O que acabo de vos contar foi a história que vi num programa BBC vida
selvagem, munida de um kit sobrevivência que inclui um iphone com o sistema
operativo antigo porque o novo dá muitos erros, uma barra de nutela para não
entrar em hipoglicémia quando acontecer o terramoto, e, a história era contada
pela chanceler Merka de olhos lacrimejantes, antes de assinar o perdão da nossa
dívida.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





