sábado, 28 de novembro de 2015

Sai, sai da minha vida

Lendo as noticias que chegam da Ocidental praia Lusitana, eu, vitima do estado terrorista da coligação, nesta hora de largarem o poder, deixo um grito esganiçado à ex-pàf e ex ministros, que de longe escreveram uma página devastadora de História- da qual me envergonho- na necrologia de um país que venderam, que ficou sem lugar para os que saíram e vazio para os que ficam: 
-vá, não sejam piegas, nem tenham medo de sair da vossa zona de conforto, emigrem (já que não existe a figura da criminalização dos danos de lesa Pátria e outros crimes já prescreveram), aguentem ( a queda ) já que viveram acima das vossas possibilidades. 
E levem o vosso pastor de vacas. Amante da quadra que se aproxima ele e a maria são a fava e o brinde do bolo que ele tanto cospe.