segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Posso co-adoptar um deputado?



Na espuma dos nossos dias,

O assunto é complicadíssimo, mas quero dar-lhe um tratamento simplex.
Há 6 meses aprovou-se uma lei, houve comissão e tudo. Parece que os deputados “trabalharam” e agora desaprovou-se. Remetendo-se para a decisão do TC e PR (ahahaha para o último).
Ou quiçá chegue a referendo, onde o povo decidirá.

Há uns anos atrás não muitos havia crianças cujo pai era incógnito, outras que por morte das mães eram entregues a amas e, os pais lá iam visitá-las quando calhasse.
Hoje muito mudou e, apesar de nem a adopção de milhares de crianças ter um processo rápido e facilitado e por isso não menos sério, a sociedade transformou-se vertiginosamente.
Novos factores da vida em sociedade se colocam para serem considerados. São factos da evolução a que nos temos de adaptar,aceitar,ponderar.
Importantes e relevantes onde o superior interesse das crianças está em jogo. Como na adopção ou na co-adopção.
O resto são agendas escondidas.
A minha opinião não interessa. Mas sou sem dúvida contra preconceitos e discriminações.
Se for chamada a votar, irei dá-la neste referendo para idiotas. Pena tenho de não ser chamada para outros referendos.
Iria ainda mais depressa, visto a velocidade vertiginosa como nos filmes fast and furious, a que assisto, à perda de direitos civis a que estamos todos condenados, votar em referendos sobre a soberania, a saída do euro e da Europa, etc etc.
Mas o que eu gostaria mesmo neste momento, ao constatar o tipo de malta (filhos de que tipo de famílias?) que os partidos indicam para a casa madre da democracia, era de co-adoptar alguns.
Pela incoerência provada cientificamente através da votação e declarações de voto. Ao fim de 6 meses de duro “trabalho” pago com o dinheiro que não temos mas pagamos.
Ai agora concordo e passo a lei, ai agora não concordo, ai agora é melhor que o povo se pronuncie.
Ai mas que merda é esta? Estão conscientes das consequências dos seus actos e decisões?
Não! É elementar que não! Ou...

Já sei coitados, vêm todos de famílias disfuncionais. Sem madre ou sem padre. Nem de sexos diferentes nem do mesmo sexo. Enfim, não tiveram pessoas que lhes dessem orientações, amor e carinho. Estão ali perdidos.
Ninguém defendeu os seus maiores interesses para que fossem pessoas responsáveis e éticas. Nem lhes ensinaram moral.
Certamente que andam à procura de uma instituição que deles cuide. Ou de almas caridosas. E foram parar aos partidos. Este é o segredo.
Mas também os vejo ainda mais perversos. Querem criar um hércules distractivo.
Vá tomem areia para os olhos dizem eles.
Vá tomem…alcatrão e penas para as costas digo eu.
Ofereço-me para co-adoptar alguns, sobretudo os que foram contra, quando tinham sido a favor há 6 meses.Faço experimentações de lobotomias no meu quintal.
Já agora qualquer um me serve. Se acharem que não sou suficientemente aceitável, ofereço-me para pagar o bilhete do autocarro da Carris de pelo menos uma dúzia a começar pelos chefes deles, até ao Julio de Matos.
São todos declarada e comprovadamente doidos perigosos e compulsivos e, não os quero a dizer que são os meus representantes.