quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Na espuma dos nossos dias, prémio Limoska,


Para o melhor aluno do mundo. O povo que aguenta as fustigadelas do chicote, que dá com a sua própria mão. Exequo com os folgados da Coreia do Norte.



Vou fazer uma festa e celebrar. Tinha receio de não conseguirmos ganhar o prémio, mas era um medo infundado. Os limões são os meus compatriotas, parceiros de folguedos. Os obedientes.

Um dia, como povo, ganhamos aos norte –coreanos em obediência e veneração aos nossos grandes líderes de S.Bento a Belém.
Estes já ganharam o galardão no concurso: quem quer ser um líder obediente?

Temos opções na matrix, mas escolhemos o chip marca branca, com defeito, fabricado na China.
Descobri o critério para termos ganho o prémio Limoska revelação:
-somos os seres mais espirituais da terra a seguir aos monges do Tibete, que não entraram na competição.

Vivemos em estado zen. Por aguentar tudo benevolentemente. Estamos em paz interior.

De vez em quando fazemos uns ruídos nas ruas, que repugna alguns, mas isso são aqueles que ainda não descobriram os benefícios da gratidão aos nossos grandes e queridos líderes.

Como prémio ganhamos para o presépio líderes que são um misto de pai natal, jesus e reis magos juntos, que são o nosso são bento/belém rasco choir.

Vou mandar fazer na China bustos dos meus grandes líderes e espalhar pela casa. Um dia, será o dia mais feliz, quando os vir espalhados até pelas estações de comboio desactivadas, nas praças de touro e até nos urinóis públicos.

Mentirei por eles, direi que sou um elefante branco, quando na realidade sou mulato, agradecer-lhes-ei estar a pagar todas as dívidas publicas e a ter serviços privados onde não posso chegar.

Agradecer-lhe-ei pagar para salvar bancos de cá e da Alemanha.

Saímos todos a ganhar e quando chegar o inferno, porque não há bem que sempre dure procurarei a Coreia do Norte para encontrar a iluminação.


Tenho repulsa ao Português suave. Preferia que fossemos todos Marlboro, mas se fossemos, não podia atribuir prémios Limoska ao nosso povo.


este excelente documentário deveria passar em horário nobre em todos os canais pelo menos até ao Natal, ou melhor até que todos compreendessem e gritassem basta à falta de transparência, corrupção e interesses montados nas costas dos cidadãos da Europa. Como diria Poirot "chercher l´argent"...e quem dele beneficia