quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ser Zen, na espuma dos nossos dias


Ao lidarmos com todas as circunstâncias e situações que nos rodeiam diariamente, com consciência e conhecimento, sem perdermos o pé,mesmo quando o perdemos, somos já muito "zen".
Não é viver em estado meditativo nas montanhas do Tibete, num ashram na India ou num templo em contemplação do universo.
É aqui, na rigidez dos nossos dias, que mostramos que valemos pelos nossos valores e não pelos nossos sucessos.

Esse é o meu espírito todos os dias, ser zen no sitio onde não me sinto de cá, sendo cá, este planeta como está. 
As minhas terras em particular. Os países onde sou da casa.

A minha liberdade encontro-a em fugir para dentro e re- escrever a realidade.
"Parem o mundo que eu quero sair", este é o reflexo do meu desajustamento diário. 
Onde estão as parteiras para parir o mundo melhor? 
Se é na esperança de pessoas melhores, então também a vou continuar a alimentar.  
Indo para além do fado,mesmo que as palavras me façam doer a voz.

Já somos muitos pobres e só precisamos de abraços e gestos de verdadeiro amor para que o mundo vire o eixo e entre no eixo certo.
 
Precisamos de eleger e tornar o planeta e a espécie humana, Património da Humanidade.