terça-feira, 10 de setembro de 2013

Infinita estupidez?

“Duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas no que respeita o universo ainda não adquiri a certeza ” Albert Einstein

Desconfio que me está na natureza escrever e com ela faço também uma tentativa de entender a estupidez humana. Não, não é pretensão, são efeitos do mundo criado por George Orwell em 1984, hoje em 2013. O grande omnipotente, omnipresente, tirano e louco Grande Irmão.

E o efeito é a angústia.

Há uma hipótese real deste planeta ser o hospital psiquiátrico do universo, ou então, irei continuar a tentar perceber a infinitude da nossa perversidade que nos chega da nossa mediocridade e estupidez.

Estamos a fazer história a cada dia que nos acontece hoje. O “achamento” do Brasil (1500) foi planeado quando assinado o tratado de Tordesilhas (1494).
Quem acredita hoje na versão oficial de ter sido puro acaso?

Com isto vem o facto de hoje muitos acreditarem que esta suposta “crise” e consequente austeridade não tenham sido provocadas. E que não se “encontrem” as soluções. 
Mas antes, aprofundarem maléfica e estupidamente fórmulas de traição entre homens.

Quero muito começar a colocar a hipótese da finitude da estupidez humana. Talvez essa conquista não seja para o meu tempo.

Não fomos feitos para ser escravos comandados, e apesar de seres angustiados em busca de prazer e de em desespero buscarmos o prazer para eliminar a angústia, queremos todos ser felizes e livres.

Mesmo nos piores momentos da história encontrámos caminhos para nos libertarmos das torturas infligidas.

Hoje véspera do 2º Pearl Harbour a 11 de Setembro que tal como na 2ª GM mudou de novo o mundo, quer tenha sido trabalho provocado por dementes psicopatas de origem muçulmana ou da casa americana, com o único objectivo de conquistar poder absoluto, no matrix que o mundo Orwelliano de 1984 nos revela e está em marcha para nos desconstruir, possa esse caminho estar a chegar ao fim.

“Pode-se enganar todas as pessoas por algum tempo e algumas pessoas durante todo o tempo. Mas não se pode enganar todo o mundo por todo o tempo”.

Esta é uma mensagem com quase 200 anos, de A.Lincoln e que eu dedico aos de cá e aos de lá destas fronteiras onde me encontro. Na minha imaginação, já que para eles sou apenas uma cigarra,sem nome. Mas posso ir gravando os pensamentos nas ondas hertzianas e no étereo.

Ninguém semeia hoje uma pequena árvore que seja e, coma dos seus frutos amanhã. Ou veja uma borboleta voar, sem ter passado pelo processo de transmutação.

Não quero que ninguém pense como eu, mas tenho consciência que não penso sozinha nas coisas que penso. Muitos estão já conscientes. A pensar. Jovens, adultos e mais velhos.

Quando escrevo sobre o que penso não estou sob o efeito de cogumelos ou marijuana.
Nada disso, que isso mata e para além de matar, faz mal à saúde.
Nesse mundo de ilusão onde nos levam as drogas proibidas, estaria a curtir um mundo azul, cheio de paz e amor.
Talvez os meus textos mais inspirados estejam à minha espera, sob essa influência. Hei-de tentar.

Quando penso e escrevo sobre estupidez humana, estou apenas sob o efeito de cigarros e vá, uma cerveja preta. Nada que me faça mal. Nada que me desvie para outras realidades.

Como esta é a realidade onde me encontro, tenho que pensar que mesmo que seja uma enorme ilusão causada pelas laurentinas pretas, devo pensar sobre ela, fazer perguntas e insistir com os outros à minha volta, tão saudáveis quanto eu, para que saiam da ilusão que parece real, para a realidade que se assemelha à ilusão.

E juntos descobrirmos se vivemos num manicómio, ou se podemos ter esperança em receber alta.

Se o Deus criador como dizem, nos fez à sua imagem e semelhança, só pode ter muito amor pelas criaturas estúpidas e medíocres que criou e que hoje tentam fazer-se passar por ele. 
E com este comportamento, mostram eles e o seu criador, a sua loucura demente. Profundamente nociva.

Então, sugiro que existam essas criaturas no manicómio em que me encerraram e deixem-me solta por inofensiva. Tudo o que poderei fazer é estar sempre em estado de pura alucinação e liberdade de pensamento.
 

Deixo a sabedoria de um homem que ao que se sabe não estava sob o efeito de narcóticos quando como eu, carregado de esperança disse, “there´s no way to peace, peace is the only way”. Mahatma Ghandi. 

Josef Stiglitz no TEDX sobre desigualdade,crise,austeridade,mitos
http://www.youtube.com/watch?v=GYHT4zJsCdo